Será que Freud explica???

•08/11/2011 • Deixe um Comentário

Será que sou doida? Porque tenho tantas manias?

Freud me explicaaaaaaaaaaaaa…rs

Nossa, as vezes paro e acho que sou meio maluca…rs

Tenho mania de ter “manias”, mania de fazer várias coisas ao mesmo tempo, mania de guardar papel e de andar no canto da calçada.

Mania de coçar o ouvido com cotonete, roer unha e falar no telefone andando para um lado e para o outro. Mania de balançar a perna, de olhar para o prato dos outros no restaurante e de dormir de janela aberta.

Mania de sandálias, de fumar depois que comer e de comida japonesa. Manias, manias e mais manias…

Bom, você pode estar pensando que doida?!!!…È, concordo, sou mesmo!

Enquanto minhas manias não tiverem fazendo mal a ninguém, ta bom né?… Pior seria se eu tivesse mania de ser fútil, me meter na vida alheia, ser mentirosa, julgar… Isso sim seria ruim.

É…

Mas, minhas manias doidas,não faz mal a ninguém…

 Tenho mania de ser doida…rs

Diz ai Freud… todo mundo tem um lado doidinho de ser, não é não???!…rs

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Como você cresceu…

•08/11/2011 • Deixe um Comentário

Não faz muito tempo, fazia biquinho e dependia de mim para tudo. Cada dia uma conquista. Se enfiava em tudo que era lugar, e comia de tudo. Tudo era engraçado !!!

Aquele olhar que me desbancava… as garagalhadas, a voz de desenho animado, o jeitinho desengonçado de andar… tudo de bom!

Nossa, passou tão rápido…

Meu bebezinho se tornou uma moça, de personalidade e de bom gosto. Não sai sem um baton, gosta de brilho e a roupa tem que combinar. È lider na turma, se preocupa com o meio ambiente e adora os animais (falando nisso, por ela pegaria todos e levaria para casa…aff!).

É criativa, independente, responsavél e extremamente alegre com a vida e com os outros. Adora se meter onde não é chamada, quer saber de tudo… O menininha fuxiqueira…rs. É companheira, amiga leal e já sofre com seus sentimentos…

De repente, me solta frases que perco a compostura, fala de tudo e já tem opnião, (que nunca é a mesma que a minha, para variar…rs), Já sabe o que quer e nada de vestidinhos rosa de lacinhos, isso é coisa de criança!…rs

Como assim?! Onde foi que ela cresceu tão rápido que eu nem percebi???…rs

Agora está com o uniforme de sua geração e pronta para entrar na turma! Já fofoca no telefone, e condena atitudes que não condiz com seu jeito de pensar ou ser. Faz cursinho à tarde e eu posso esperar lá fora pois o papo e só das meninas. Já tem diário, pretendentes e até já sonha com sua profissão… Meu deus!!!

Tantas noites vigio seu sono e relembro de tudo que passamos… Como poderia imaginar “amar” tanto, mais tanto alguém em minha vida… penso, em quantas vezes imaginei como seria… Será que  eu daria conta???

Pois bem, dei conta sim, e ainda dou! Minha amiga companheira, somos uma dupla!!! Me conta tudo, faz fofoca e mesmo sabendo que não vou gostar já vai logo me avisando…rs

Hoje, vejo o quanto é bom e assustador ser mãe. Aquele receio de tudo, de querer colocar de baixo das asas e proteger do mundo. De querer sempre passar por cada dor de garganta no meio da noite, das magoas com as amiguinhas no colégio porque não foi chamada no pique-pega, de cada frustação com a nota que não veio como queria mesmo tendo estudado a semana toda, de cada ralado no joelho, medo do escuro ou tristeza porque o dia não foi como queria.

Mas, é nessa hora que me surpreendo, é nessa hora que ela me ensina o que é ser mãe, é exatamente nessa hora que percebo que mesmo tentando acerta e muitas vezes errando, ela é capaz de tudo nessa vida! Nessa hora ela me prova o grande valor de cada coisa que já passou, e o quuanto ela aprendeu e o quanto me ensinou…

Ter filhos é isso, é ter medo de tudo e não ter medo de nada! È achar que está só ensinando e descobrir que está aprendendo a cada dia.

Agradeço minha filha por tudo, por ser essa menina maravilhos, de caracter, de bom coração!

Vida que segue…

•30/10/2011 • Deixe um Comentário

 

As risadas? Escandalosas, mas só porque a diversão era muita.

Os beijos? Ardentes, capazes de incendiar um estádio de futebol.

Os abraços? Tão acolhedores que poderia adormecer ali para sempre.

Os olhares? Selvagens, devoravam meu espírito.

As brigas? Apenas um aquecimento para a melhor parte.

As lágrimas? Serviam para lavar a alma e retirar o que havia de impuro.

Por que acabou? Porque nada dura para sempre. Porque mudamos nossos hábitos, pensando que nos adaptamos ao outro, quando na verdade, estamos nos afastando de nós mesmos. Porque o amor permanece, mas quando a chama se apaga, é quase impossível reacendê-la.

Outras risadas, outros beijos, abraços e olhares virão. Assim como as brigas e as lágrimas, fazem parte do pacote. Essa é a grande jogada da vida, aprendermos a aproveitar cada instante, colhendo o que há de melhor em cada um.

Temos uma reserva inesgotável de carinho. Não tenhamos medo de gastá-la!!!

 

Pra fechar, um lindo poema de Camões que  também foi usado numa música do Legião Urbana:

“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?”

Direitos iguais ou a chave para a solidão?

•26/10/2011 • Deixe um Comentário

Estou lendo um livro da Martha Medeiros chamado “Feliz Por Nada”, uma coletânea de crônicas desta brilhante escritora. Acontece que ontem li uma crônica que aborda um tema sempre discutido por mim e algumas amigas, especialmente as solteiras, como minha querida Bia. A eterna luta para provar aos homens, e a nós mesmas, que endurecemos, mas não perdemos a ternura. Somos profissionais, estudantes, mães, tias, namoradas, esposas, amigas, cuidamos da casa, temos caixa de ferramentas, sabemos trocar uma lâmpada e abrir vidros de azeitonas, mas continuamos sendo mulheres. Nos apaixonamos, sofremos, sentimos carência, talvez hoje em dia ainda mais, pois os homens se afastam, se apavoram. No fundo eles ainda querem a mulher subserviente.

Enfim, ainda tenho esperanças de que alguns, de tanto nos ouvir falar e, quem sabe, lendo um texto como esse, consigam entender que somos boas em nos equilibrar. Somos multi-tarefas!

Tomo a liberdade de reproduzir o texto abaixo.

“Ai de nós, quem mandou?

Mulheres ganham salários menores do que os dos homens, e líderes feministas seguem lutando para reverter essa injustiça. Mas já não sei se é boa ideia continuar batalhando por igualdade. Depois de ler o resultado de uma recente pesquisa feita pela Universidade de Harvard, fiquei inclinada a pensar que talvez seja melhor manter as coisas como estão. A pesquisa chama-se Schooling Can’t Buy Me Love (Escolaridade não pode me comprar amor) e confirma que mulheres que estudam mais acabam progredindo e, quanto mais bem-sucedidas, menores as chances de se casar. Os homens ainda não estão preparados para abrir mão da superioridade que o papel de provedor lhes confere. E mesmo os mais antenados, que apoiam que suas mulheres sejam independentes, ficam inseguros se elas tiverem cargos de chefia e muita visibilidade. Ganhar dinheiro, tudo bem, mas aparecer mais do que eles já é desaforo.

Beleza. O que vamos dizer para nossas filhas? Estudem, mas fazer doutorado e mestrado é exagero, antes um bom curso de culinária. Tenham opiniões próprias quando conversarem com as amigas, mas em casa digam só “ahã”, para não se incomodar. Usem seu dinheiro para comprar roupas, pulseiras e esmaltes, esqueçam o investimento em viagens, teatro e livros. E, na hora de se declararem, troquem o “eu te amo” por “eu preciso de você”, “eu não sou ninguém sem você”, “eu não valho meio quilo de alcatra sem você”. Homens querem se sentir necessários. Só amados não serve.

Que encrenca que as feministas nos arranjaram. Estimularam o pensamento livre, a autoestima, a produtividade e a alegria de trilhar um caminho condizente com nosso potencial. De apêndices dos nossos pais e maridos, passamos a ter um nome próprio e uma vida própria, e acreditamos que isso seria excelente para todos os envolvidos, afinal, os sentimentos ficaram mais honestos, e com eles os relacionamentos. O amor deixou de ser o álibi para um lucrativo arranjo social. Passou a ser mais espontâneo, e as carências de homens e mulheres foram unificadas, já que todos precisam uns dos outros para dividir angústias, trocar carinho, pedir apoio, confessar fraquezas, unir forças no momento das dificuldades. Todos se precisam da mesma forma, não de formas distintas. Mas há quem defenda que homem só precisa de paparico e mulher de quem tome conta dela, punto e basta.

Nunca imaginei que em 2010 ainda estaria escrevendo sobre isso. Achei que os homens já tivessem percebido o quanto ganham em ter uma mulher inteira a seu lado, e não um bibelô. Acreditei que a competitividade tivesse dado lugar a um companheirismo mais saudável e excitante, onde todos pudessem se orgulhar dos seus avanços e se apoiar nas quedas, mas que iludida: isso é coisa pra meia dúzia de emancipada, filha. Essas mulheres aí que não cozinham, não passam, não lavam, só evoluem, essas não são exemplo pra ninguém, são umas coitadas de umas infelizes que pagam as contas e ainda se acham divertidas, se fazem de inteligentes, querem bater perna em Nova York, pois vão arder no fogo do inferno, vão amargar na solidão, vão se arrepender de ter lido aquela Simone de Beauvoir, vão morrer abraçadas aos seus laptops, aqui se faz, aqui se paga, escreve aí.

Tamo ferrada. [Martha Medeiros]”

Fazendo uma faxina…

•25/10/2011 • Deixe um Comentário

Sou uma pessoa que me inspiro com tudo, qualquer detalhe. Sou assim, preciso de motivação constante para viver.

Essa semana ganhei uma caixa de CDs antigos, nossa! Tudo de bom!!!

O engraçado é que ganhei de alguém que fez uma faxina em suas coisas e ela a “caixa” não era mais bem vinda. Entre a euforia de escutar e reviver músicas maravilhosas me veio a disposição de fazer o mesmo, uma faxina.

Bom, o que me deixou intrigada é como as pessoas reagem a determinados aspectos da sua vida… Vejamos: Alguém resolveu que em sua vida aquela “caixa” não mais servia e isso lhe trouxe espaço para coisas novas e uma nova mudança se formou em sua vida. Em contra partida, recebi a “excluída caixa ” com alegria, de algo novo e inspirador para mim, fazendo com que eu revivesse e quisesse fazer a mesma faxina, mas com coisas que realmente não tem mais valor para mim.

Bom, parti para a faxina … ao som das músicas da caixa de cds…rs

No primeiro dia de faxina, no meio da arrumação, mais uma indagação. Nossa, para arrumar precisar estar bagunçado?…rs Engraçado, é verdade, tive que bagunçar tudo para conseguir arrumar. Tive que sujar tudo para conseguir limpar… Que coisa doida, sem coerência, mas com um sentido no final inevitavél de não se ver.

Parti para o segundo dia e na arrumação do guarda roupas outra descoberta! Caramba! Por que ter aquilo que não me serve mais?… Aff!… E quando fui ver, era quase tudo…rs

No terceiro dia só fui perceber as 3hs da manhã. Percebi que mesmo muito cansada de um dia exauto de trabalho, tendo que dormir cedo para descansar e acordar bem as 6hs da manhã, vi que aquilo me fazia bem e me relaxava aquela faxina. Percebi que cada coisa que eu tirava, mudava, limpava, me tornava mais viva, mais livre, mais ativa…

Então, qual a conclusão disso tudo?

Bem, eu aprendi com essa faxina muita coisa, fiz questão de identificar cada objeto retirado ou mudado de posição. Uma pessoa, uma forma de agir, uma maneira de ver as coisas… No primeiro dia constatei que a vida às vezes precisa de uma bagunça para você perceber que tem que colocar as coisas em ordem, senão elas passam despercebidas e você achando que está tudo bem vai empurrando com a barriga. No segundo, a necessidade que temos de ter pessoas em nossas vidas que não nos servem mais, passam em sua vida mas não cabem nela… Já no terceiro, é saber, ter certeza que só você sabe o que lhe faz bem, e que mesmo que os outros lhe digam que não é correto, só você sabe o que é realmente importante para você, para sua vida e é feliz assim.

E confirmo, a faxina foi muito boa para a casa, que está linda e para mim como pessoa!!!

E isso tudo com um repertório de trilha sonora de uma caixa de cds que não era mais importante na vida de alguém e na minha deu todo um significado, fez a diferença… nem sempre o que é ruim para os outros é ruim para você também…rs

É… mais uma lição…rs

#FICAADICADAFAXINA!!!

Viajando por outro mundo

•17/10/2011 • Deixe um Comentário

Eu viajo, viajo muitoooo! Todo pisciano é sonhador e ninguém me contesta isso!

Quando eu era criança, era muito desastrada e minha mãe dizia que era porque eu estava sempre com a cabeça no mundo da lua. É… ela devia estar certa!

Viajo toda vez que estou na expectativa de alguma coisa. Tudo bem que muitas vezes quebro a cara, mas isso faz parte do jogo! Mas também, muitas vezes, minhas viagens mais parecem com um planejamento do que vai acontecer…

Eu viajo quando conheço alguém interessante…Fico imaginando: Como vai ser se ele estiver realmente interessado em mim? Eu se ao invés de ficar esperando eu tomar a iniciativa? Como vai ser o primeiro beijo? E se ele beijar mal? E se o beijo for muito bom e me der vontade de dar pra ele? Será que ele vai entender se rolar no primeiro encontro? Como vai ser acordar ao lado dessa pessoa? E conhecer seus amigos e pais e irmãos??? Ai ai…

Eu viajo quando planejo uma viagem… Que roupas eu vou levar? Tenho que comprar uma mala nova? Como está a previsão do tempo? Tenho que ir naquele restaurante badalado! Será que o hotel é bom? Caramba, será que vão me barrar na alfândega?

Quando ouço uma música apaixonante? Viajo também! Eu vejo a música! É verdade! Toda vez que ouço uma música nova fico imaginando um videoclipe (boa parte das vezes eu sou a personagem central…). Eu canto, canto muito e atuo também! Sou um talento por ser descoberto! rs

Viajo no trabalho! Ok, isso pode não parecer legal, mas é parte do processo. Quando chega um chefe novo, ou um colega novo. Quando me dão uma tarefa diferente do que estou acostumada. Quando estou para entrar numa reunião. Enquanto espero novidades… Me imagino uma hiper, mega, bigboss! Um dia eu chego lá!

E nas histórias das amigas? Claro que é bom viajar! Fico imaginando como seria se fosse comigo. Ah, se aquele canalha me dissesse aquilo…eu…eu…! Ai, se um homem desses pintasse na minha vida! Ah! Se eu tivesse essas pernas! Amigas são eternas fontes de inspiração!

Viajo enquanto espero um convite, enquanto espero uma ligação, ou uma consulta médica.

Eu me permito sonhar, é um ótimo exercício, altamente motivador. Sonhando eu traço metas e nesse momento, o espaço é todo meu! E ainda assim não deixo de aproveitar cada minuto da realidade!

E você, tem viajado muito?

Procurando a fórmula? Olhe bem, você já sabe!

•16/10/2011 • Deixe um Comentário

Como perdemos tempo buscando algo tão simples. Alguém consegue me explicar?

Temos um cotidiano tão desesperador que quase nos esquecemos de respirar: trabalho, afazeres domésticos, estudos, filhos, pais, sobrinhos…Ufa! Por que nos desgastamos tanto em busca da tão sonhada felicidade, quando ela está bem aqui?!

Proponho um exercício. Feche os olhos (é…agora mesmo!) e lembre do último momento de felicidade que teve? Não consegue lembrar? Vou dar uma forcinha!

  • Quando foi a última vez que você gargalhou com alguém?
  • E quando você conheceu uma pessoa nova e descobriu que essa pessoa era tão agradável e tão divertida que poderia passar dias conversando e, esses dias pareceriam segundos?
  • Quando se apaixonou pela última vez e sentiu aquele frio na barriga? E o primeiro beijo? A primeira transa?
  • Quando viu uma criança pular de alegria por uma surpresa e você foi o causador dessa alegria?
  • E viu seus pais chorarem de orgulho só porque você cresceu e se tornou uma pessoa decente e honesta, graças a eles?
  • Ou encontrou com os amigos, velhos ou novos, e passou aqueles momentos mágicos falando de coisas divertidas?
  • Recebeu aquela promoção?
  • Confirmou a viagem dos seus sonhos?
  • Descobriu que ia ser mãe (ou pai), ou tia?
  • Ajudou alguém, conhecido ou não, e percebeu o quanto aquilo lhe custou pouco, mas o bem que fez?
  • E aquela música nova do seu artista favorito que te faz viajar?
  • Nossa, e aquele filme que te matou de rir?…ou de chorar?

Eu poderia passar horas relatando situações, que não seria capaz de descrever todos os momentos de felicidade que tive e ainda tenho.

Posso não ser a pessoa mais alegre que conheço, tenho meus momentos de tristeza e lamentações (e quem não os tem?), mas digo uma coisa: sou feliz! E digo isso simplesmente porque tenho certeza de que o dia acaba, a semana vira, o tempo muda, mas a felicidade está sempre do nosso lado, só depende de como a vemos.

Nossa vida é cheia de altos e baixos, mas os bons momentos sempre superarão!

OBS: Se descobrirem a fórmula da felicidade, por favor, não divulguem NEM no Facebook, pois a vida seria um tédio não fosse o inesperado dia de amanhã!

Boa semana!